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Monsenhor João Carlos Acioly falou hoje ao programa Manhã Total (Rádio Pajeú)
sobre os 230 anos da Festa da Imaculada Conceição, que acontece até domingo
(08) na cidade.
Ele
destacou o fato de a população participar efetivamente da festa sem atrativos
de shows musicais. “Aqui a população vem para as celebrações, não há festa
depois das missas. É um povo formado na fé, a partir dos jovens”, comemorou.
A festa
tradicional, iniciada em 1783, segue até o domingo (8), com procissão às 17h e
celebração às 18h, presidida por Egídio Bisol, Bispo Diocesano.
Ao final,
avaliando o ano na região, o Monsenhor falou das políticas públicas de combate
à estiagem. Disse que com a Adutora do Pajeú, o Rio São Francisco está
devolvendo ao Pajeú o que recebe historicamente dele. E criticou ações
simbólicas como o abraço a Barragem de Brotas.
“Todos por
Brotas, depois que (a Barragem) acabou? Porque quando não estava acabada
ninguém se lembrou de limpar, ninguém se lembrou de cuidar. Eu ia pra Iguaraci
e vi uma caminhada Todos Por Brotas. Depois que secou, depois que se acabou,
todo mundo se envolve”, questionou.