Os dados estão no último boletim da Agência Pernambucana de Águas e Climas (Apac), divulgado na sexta-feira (2). O órgão, responsável por fazer o monitoramento dos reservatórios do estado, também não traça um prognóstico otimista. A previsão para os próximos cinco meses é de manutenção da estiagem no Sertão, já que o período chuvoso na região ocorre entre os meses de janeiro e maio.
No Sertão de Pernambuco 56,25% das barragens estão em colapso
Dezoito
das 32 barragens situadas no Sertão de Pernambuco estão em situação de colapso.
A quantidade corresponde a 56,25% do total de reservatórios construídos para
abastecer os 56 municípios da região, que enfrenta a pior seca dos últimos 60
anos. Dois dos maiores mananciais – o Entremontes, na cidade de Parnamirim,
Sertão Central, e o Saco II, em Santa
Maria da Boa Vista, Sertão do São Francisco – não recebem uma gota de água
há pelo menos quatro meses. Já a barragem Engenheiro Francisco Sabóia, em Ibimirim,
Sertão do Moxotó, a maior da área, está com apenas 17,3% da capacidade total de
armazenamento, que é de 504 milhões de metros cúbicos.
Os dados estão no último boletim da Agência Pernambucana de Águas e Climas (Apac), divulgado na sexta-feira (2). O órgão, responsável por fazer o monitoramento dos reservatórios do estado, também não traça um prognóstico otimista. A previsão para os próximos cinco meses é de manutenção da estiagem no Sertão, já que o período chuvoso na região ocorre entre os meses de janeiro e maio.
Os dados estão no último boletim da Agência Pernambucana de Águas e Climas (Apac), divulgado na sexta-feira (2). O órgão, responsável por fazer o monitoramento dos reservatórios do estado, também não traça um prognóstico otimista. A previsão para os próximos cinco meses é de manutenção da estiagem no Sertão, já que o período chuvoso na região ocorre entre os meses de janeiro e maio.